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Notícias do mundo Jequitinhonha

Neste post a Vereda Filosófica apresenta um dos mais  polêmicos pensadores, em questão de filosofia e crítica social, na contemporâneidade. É certo que estamos fugindo um pouco da nossa proposta inicial – discutir questões referentes à Jequitinhonidade – mas julgamos que esta entrevista apresenta uma visão, no mínimo relevante, para a compreensão dos fenômenos políticos de nossa época. Ainda mais em um momento em que o mundo assiste a efervecente manifestação egípcia em favor da democracia.  Ao leitor, frisamos que não abandonamos nosso projeto incial, estamos apenas trazendo ao debate questões que se não estão diretamente relacionadas com a jequitinhonidade ao reverberam nas preocupações humanas comtemporâneas, das quais o vale não está inteiramente distante.

A fonte é o Programa Milênio, da Globo News, que exibiu recentemente, em duas partes, uma entrevista com o polêmico pensador  esloveno,  Islavoj Zizek. Considereado por muitos como um Elvis da Filosofia contemporânea, devido a grande recepção em diversos meios :

Žižek ”é professor da European Graduate Schoole pesquisador sénior no Instituto de Sociologia da Universidade de Liubliana. É também professor visitante em várias universidades estadunidenses, entre as quais estão a Universidade de Columbia, Princeton, a New School for Social Research, de Nova Iorque, e a Universidade de Michigan. Nascido na antiga Jugoslávia, em Liubliana, hoje capital da Eslovénia), doutorou-se em Filosofia na sua cidade natal e estudou Psicanálise na Universidade de Paris. Žižek é conhecido por seu uso de Jacques Lacan numa nova leitura da cultura popular, abordando temas como o cinema de Alfred Hitchcock e David Lynch, o leninismo e tópicos como fundamentalismo e tolerância, correcção política, subjectividade nos tempos pós-modernos e outros” ( Fonte Wikipédia)

A Vereda Filosófica reproduz aqui a entrevista concedida ao correspondente da Globo News, Jorge Pontual, em duas partes. Na primeira delas, Žižek comenta o fundamentalismo e defende sua tese de que este é na verdade um fenômeno retroalimentado pelo capitalismo.  O pensador comenta também algumas fenômenos políticos do Brasil e da América Latina, como o populismo. Na segunda parte, o filósofo esloveno se concentra em sua maior paixão: o cinema! Considerado por ele como a “arte suprema”, analisa como o cinema relfete, até sem querer, uma série de ideologias e perversões da sociedade que representa. Crítico ácido e ferrenho de Hollywood, Žižek não se acanha em criticar (e demolir) James Cameron, Oliver Stone, Francis Lawrence, e até mesmo Robert Wise (diretor de “A Noviça Rebelde”). Só se salvam Alfred Hitchcock e Robert Altman. O programa foi ao ar em 31/01, dia do lançamento do livro Em defesa das causas perdidas no Brasil”. (Blog da Editora Boitempo)

“Ame-o incondicionalmente ou odeie-o até a morte”. É assim que Slavoj Žižek costuma ser descrito pela imprensa da Eslovênia , parte da antiga república da Iugoslávia. O filósofo, sociólogo e teórico crítico é considerado, hoje, o pensador mais revolucionário e polêmico entre os acadêmicos europeus e norte-americanos.”

Alguns textos do filósofo estão disponíveis no Blog Slavoj Žižek; e a Editora Boitempo publicou no Brasil algumas de suas obras mais importantes. Caso alguém se interesse em conhecer o acervo do autor publicado no Brasil basta visitar o Blog daBoitempo, onde é possível baixar introdução ou prefácio das publicações.


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