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Notícias do mundo Jequitinhonha

Archive for the ‘Comunicação’ Category

Autor: Will Nascimento

Originalmente Publicado no Blog do Will

Causada por diversos fatores, a violência já é considerada pela Organização Mundial de Saúde, um dos grandes problemas da Saúde pública. Para se ter uma ideia, cerca de 6% do PIB (Produto Interno Bruto) dos Estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, são gastos de alguma forma com este fenômeno.

São inúmeros os debates a cerca do tema, sem conclusões satisfatórias. Voltado para o âmbito juvenil, o debate se torna ainda mais amplo. Sem rigores técnicos, vamos debater alguns fatores que precisam ser levados em conta nestes debates.

Em Pedra Azul, a situação não é diferente das demais regiões do país. Segundo dados do HEFA (Hospital Esther Faria de Almeida ), foram notificados 131 casos de Violências, que deram entrada nesta instituição. Estamos no quinto mês deste ano e já foram notificados 96 casos, valor igual a todo ano de 2009… Mas qual o motivo de tanta violência?

Nascemos e crescemos em uma sociedade que cultua a violência conscientemente e inconscientemente. Onde o herói do filme que assistimos, é o que mais assassina. O game mais vendido é aquele que se ganha matando mais pessoas e o personagem mais engraçado é aquele que agride fisicamente e psicologicamente os demais.

Outro ponto. A Violência é um fenômeno Social, portanto possui relações com outros fenômenos sociais: Educação, Saúde, Alimentação Lazer, Infraestrutura Urbana, etc… A ausência de políticas públicas satisfatórias para atender a estas necessidades da população mais carente (lugar de maior incidência de casos de violência), já é em sua totalidade uma grande violência, e ao mesmo tempo causador de outros tipos de Violência.

Combater os tipos de violência é outra tarefa um tanto quanto árduo. Entendo o sistema de segurança extremamente reativo, na ideologia do “Olho por Olho”. Os nossos governantes, vem entendendo combate a práticas violentas, como “polícias armados até os dentes”, “Câmeras de segurança”, “Caveirão e carros blindados no meio da rua”. Práticas que na sua maioria, mais prolifera do que combate.

Simplificando. Violência não é questão de caráter: Bem contra ou mal e precisa ser analisado em um contexto mais amplo. Aumentar o acesso da população a políticas básicas satisfatórias: Educação, Alimentação, Saúde, infraestrutura, justiça, ect… é, somado a outros fatores, uma grande porta de saída para o problema.

O certo é que o tema tem entrado nas pautas dos logradouros públicos e gerados debates. (apenas debates. Tecer opiniões é sempre o mais fácil a fazer…)

Fonte: Site do Deputado Romário também publicado no portal Terra

 O estilo ácido e contestador de Romário está a todo vapor. Em visita para entrevista exclusiva ao Terra, onde participa do programa Tas ao Vivo nesta segunda-feira, o deputado federal mais popular do Congresso Nacional se mostrou decidido até em questões que vão contra a sua própria classe. Uma delas, em especial: o fim do 14º e 15º salários para os parlamentares. Para o parlamentar do PSB-RJ, que se avalia positivamente, não é justo um privilégio que o povo brasileiro não pode desfrutar.

“Apesar que isso vai contra o interesse da minha classe, todos os trabalhadores brasileiros só recebem o 13º salário. Então acredito que o político só deve receber o 13º. É justo que o 14º e o 15º seja retirado da folha”, opinou, da mesma forma direta como se posicionava como o centroavante mais letal em pelo menos quatro décadas do futebol nacional. O deputado, aliás, se vê cada vez mais envolvido nas questões de ordem federal, o que não era sua pretensão quando foi eleito com 146.859 votos no Rio de Janeiro.

“Com as minhas bandeiras, sim (esperava um envolvimento tão grande). O que digo é que, como deputado federal, não posso ficar só trabalhando em cima das minhas bandeiras (em especial, inicialmente, a de lutar pelos portadores de deficiências). Tem o 14º e 15º, tem o código florestal, o salário mínimo…é dever e obrigação nossa estar participando, votando em muitas delas. Como parlamentar hoje, tenho por obrigação estar sempre atento ao que ocorre no dia a dia”, afirmou para, em seguida, se autodefinir como parlamentar.

“Estou começando agora, tenho aprendido bastante. Falta muita coisa, mas no meu começo, particularmente, tenho feito uma avaliação e estou bastante feliz. Tenho me saído bem”, analisou Romário.

Fim dos benefícios

A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE) aprovou, na última semana de março, o fim dos 14º e 15º salários dos parlamentares. O fim do benefício, que rende até R$ 58 mil a deputados e senadores, ainda tem de passar pelo plenário do Senado para valer efetivamente.

O relatório do senador Lindbergh Farias (PT-RJ) foi aprovado por unanimidade. O texto agora vai à Comissão da Mesa Diretora, responsável por assuntos administrativos da Casa. Ali, o projeto é tratado internamente e não há reunião pública para decidir se a matéria vai ou não ao plenário.


Por Marco Aurélio Weissheimer em 01/05/2012 na edição 692

Reproduzido da Agência Carta Maior, 28/4/2012; título original “Veja tenta se defender atacando ‘discurso anti-imprensa’”, intertítulo do OI

 

A revista Veja não consegue esconder seu desconforto com a profusão e a natureza das citações que vem recebendo nas conversas interceptadas pela polícia, com autorização judicial, no curso das investigações sobre o esquema liderado pelo bicheiro Carlinhos Cachoeira. As conversas e as citações indicam que Cachoeira parecia ter uma insólita influência dentro da redação da revista. As duas últimas capas da publicação materializam o desconforto: na semana passada, uma antológica “reportagem” sobre as virtudes de ser alto; nesta, outra capa morna com as “lições das chefonas”, um perfil sobre executivas de grandes empresas. Na parte superior da capa, uma pequena chamada, em tom ameaçador, diz que Cachoeira pode “contar tudo o que sabe”. Em outros tempos (recentes), este seria o destaque de capa. Por alguma razão não é, assim como não foi na semana anterior.

“Vamo detoná aquele trem na Veja”, “vou dar (um documento) pro Policarpo. Policarpo vai detonar aquela associação, entendeu (…) Na quarta-feira conforme for a gente senta com o Policarpo.” Esses são trechos de uma conversa travada no dia 6 de junho de 2011, entre Carlinhos Cachoeira e uma pessoa ligada a ele chamada Cláudio. “Policarpo” seria Policarpo Júnior, editor-chefe da revista Veja em Brasília. Há vários trechos de conversas onde Carlinhos Cachoeira ou pessoas próximas a ele afirmam ter influência direta na definição de pautas da publicação da editora Abril.

Neste final de semana, a Veja socorreu-se do senador Álvaro Dias (PSDB-PR), para quem o “discurso anti-imprensa” teria perdido força com o vazamento do inquérito da operação Monte Carlo (publicado pelo site Brasil 247). “O vazamento do inquérito da operação Monte Carlo comprova que o suposto conluio entre a imprensa e a quadrilha do contraventor Carlinhos Cachoeira nunca passou de uma invenção de grupos hostis à liberdade de expressão – o que inclui setores do PT e seus aliados. A íntegra das investigações reforça o óbvio: o jornalismo investigativo cumpriu o seu papel sem se sujeitar à máfia”, diz a revista quase comemorando o vazamento.

Silêncio ruidoso

A interpretação da Veja é um tanto fantasiosa e agarra-se fundamentalmente a um dos trechos interceptados pela Polícia Federal onde o senador Demóstenes Torres diz a Cachoeira que tentará “esvaziar os efeitos de uma reportagem de Veja sobre a empresa Delta, publicada há cerca de um ano”. As demais (e numerosas) referências à revista e a Policarpo são simplesmente ignoradas. Álvaro Dias diz que o “discurso anti-imprensa” perdeu força e não se fala mais no assunto. Essa é a ideia apresentada pelo site da revista neste sábado.

O “discurso anti-imprensa” ao qual Veja se refere resume-se, na verdade, a ela própria e ao suposto envolvimento de funcionários da empresa com o bicheiro Carlinhos Cachoeira. O restante da chamada “grande imprensa” até aqui mantém ruidoso silêncio sobre o caso.

***

[Marco Aurélio Weissheimer, da Agência Carta Maior]

Fonte: Observatório da Imprensa; 

Categories: Comunicação

A Prefeitura de Coronel Murta, através do Departamento de Cultura, definiu a data da realização do XV Grande Forró, que acontecerá nos dias 08 09 e 10 de Junho de 2012, na Praça Prefeito Inácio Murta. A Comissão Organizadora do evento está trabalhando incansavelmente para que tudo saia da melhor maneira possível. No intuito de superar a edição anterior estamos buscando as melhores atrações musicais, uma mega estrutura para proporcionar  ao público a melhor festa junina da região. Nos próximos dias estaremos divulgando as bandas que vão animar os foliões durante os três dias de festa. Lembrando também que já estão abertas as inscrições para a VIII Cavalgada do Grande Forró. Para maiores informações entre em contato no (33) 3735 1287 – Departamento de Cultura.

 

Fonte: Blog da Prefeitura Municipal de Coronel Murta

Publico no Blog Conversa Afiadado Jornalista Paulo Henrique Amorim

 

Clique aqui para ler: “O Crime da Veja que pode levar Robert(o) Civita à cadeia”.

Nassif alinha novos e irrefutáveis argumentos sobre a tipificação do Crime de Robert(o) Civita:

O problema de Veja é criminal, não apenas ético

Alguns analistas teimam em analisar o comportamento da Veja -  nas relações com Cachoeira – como eticamente condenável. Há um engano nisso! Existem problemas éticos quando se engana a fonte, se adulteram suas declarações, desrespeita-se o off etc. O comportamento da Veja é passível de enquadramento no Código Penal. Está-se falando de suspeita de atividade criminosa, não apenas de mau jornalismo.

Sua atuação se deu na associação com organizações criminosas visando objetivos ilegais, de obstrução da Justiça até conspiração.

É curioso o que a falta de democracia trouxe ao país. Analistas de bom nível tentam minimizar as faltas de Veja sustentando que não houve pagamento em dinheiro ou coisa do gênero. Esquecem-se que, em qualquer país democrático, não há crime mais grave do que a conspiração contra as instituições.

O acordo da revista com o crime organizado trazia ganhos para ambos os lados:

1. O principal produto de uma revista é a denúncia. O conjunto de denúncias e factóides plantados por Cachoeira permitiram à revista a liderança no mercado brasileiro de opinião – influenciando todos os demais veículos -, garantiu vendagem, permitiu intimidar setores recalcitrantes. O poder foi utilizado para tentar esmagar concorrentes da Abril no setor de educação. Principalmente, fê-la conduzir uma conspiração visando constranger Executivo, Legislativo, Supremo e Ministério Público.

2. A parceria com Veja tornou Cachoeira o mais influente contraventor do Brasil moderno, com influência em todos os setores da vida pública.

Há inúmeras suspeitas contra a revista em pelo menos duas associações: com Carlinhos Cachoeira e com Daniel Dantas que necessitam de um inquérito policial para serem apuradas.

Em relação a Dantas:

A matéria sobre as contas falsas de autoridades no exterior, escrita por Márcio Aith.O dossiê contra o Ministro Edson Vidigal, do STJ. Nele, mencionava-se uma denúncia de uma ONG junto ao CNJ. Constatou-se depois que a denúncia tonava por base a matéria da própria revista, demonstrando total cumplicidade da revista com o esquema Dantas.

A atuação de Diogo Mainardi, levando o tal Relatório italiano ao próprio juiz do caso. Na época, procuradores do MPF em São Paulo explicaram qual seria a estratégia de Dantas (contaminar o inquérito da PF com o princípio do “fruto contaminado”) e  sustentaram que Mainardi atuava a serviço de Dantas. Atacados virulentamente por Mainardi, recuaram.

A matéria falsa sobre o grampo no Supremo Tribunal Federal.

O “grampo sem áudio”, entre Gilmar Mendes e Demóstenes Torres.

Em relação a Cachoeira:

O episódio do suborno de R$ 3 mil nos Correios, que visou alijar o esquema do deputado Roberto Jefferson e abrir espaço para o esquema do próprio Cachoeira. No capítulo que escrevi sobre o tema mostro que, depois de feito o grampo, Policarpo Jr segurou a notícia por 30 dias. Um inquérito policial poderá revelar o que ocorreu nesse intervalo.

A invasão do Hotel Nahoum com as fotos de Dirceu, clara atividade criminosa.

A construção da imagem do senador Demóstenes Torres, sendo impossível – dadas as relações entre Veja e Cachoeira – que fossem ignoradas as ligações do senador com o bicheiro.

Levantamento de todas as atividades de Demóstenes junto ao setor público, visando beneficiar Cachoeira, tendo como base o ativo de imagem construído por Veja para ele.

Reportagem de Carolina Gonçalves, da Agência Brasil, publicada pelo EcoDebate,07/05/2012

Os brasileiros estão mais preocupados com o meio ambiente, segundo pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), a pedido da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo os pesquisadores, que ouviram mais de 2 mil entrevistados com 16 anos ou mais, o índice de pessoas preocupadas com o assunto passou de 80%, em 2010, para 94%, em 2011.

Para mais da metade dos entrevistados, o problema mais grave é o desmatamento, seguido pela poluição das águas e pelas mudanças climáticas.

“Cinquenta e três por cento dos entrevistados defendem que o desmatamento da Amazônia seja a prioridade do Brasil entre as questões relativas ao meio ambiente”, diz o levantamento.

O documento ainda mostra que não há consenso da população sobre o maior responsável pela poluição ambiental. Quando questionados sobre a responsabilidade pelo aquecimento global, 38% dos entrevistados elegeram a indústria; mais de 20% apontaram o cidadão como o grande vilão ambiental; e, para 18% dos entrevistados, os governos tiveram a maior parcela de responsabilidade.

Ainda de acordo com a pesquisa, “a população não percebe grandes alterações, nos últimos anos, nas ações das empresas, do governo e da população em geral em prol da preservação ambiental”. Apesar disso, 71% dos entrevistados disseram evitar o desperdício de água e quase 60% garantem economizar energia.

A maioria dos brasileiros também disse estar disposta a pagar mais caro por produtos ambientalmente corretos, mas “apenas 18% efetivamente modificam seu consumo em prol do meio ambiente”.

Originalmente Publicado no Eco-Debate

 

A PEC do Trabalho Escravo (438/01) poderá ser votada pelo Plenário na próxima semana, mas o assunto ainda não tem consenso entre os deputados. A proposta, que aguarda votação em segundo turno desde agosto de 2004, determina a perda da propriedade rural ou do imóvel urbano onde for constatado trabalho escravo.

Parlamentares ligados aos produtores rurais criticam o texto porque ele não define o que é trabalho escravo. O deputado Valdir Colatto (PMDB-SC), por exemplo, diz temer que os produtores percam terras se os fiscais resolverem tratar qualquer infração trabalhista como trabalho escravo.

“A PEC 438 não tem o conceito de trabalho escravo. Nós temos que acertar isso, e não deixar a critério do fiscal julgar o que é trabalho escravo. Enquanto não tiver esse conceito, não vamos votar essa PEC”, declarou o deputado.

Valdir Colatto disse que, sem essa definição, até a falta de copo descartável para o trabalhador rural beber água poderia ser considerada trabalho análogo ao escravo.

Já o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, deputado Domingos Dutra (PT-MA), afirma que existe demora na votação da PEC porque a proposta contraria o interesse dos grandes produtores. “O setor ruralista tem medo de perder as suas propriedades por conta do trabalho escravo.”

CPI do Trabalho Escravo
O deputado Homero Pereira (PSD-MT) defende a votação da PEC apenas após a conclusão dos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Trabalho Escravo, que funciona na Câmara desde março deste ano. A CPI foi criada para investigar denúncias sobre essa prática, com base na chamada “lista suja” de empregadores, elaborada pelo Ministério do Trabalho.

“Se você tem uma CPI tratando do assunto, como se posicionar sobre a proposta?”, questiona o deputado. “É mais prudente que a PEC vá para dentro da CPI, para que a gente possa analisá-la com profundidade e, se for o caso, oferecer as emendas necessárias para produzir uma legislação que seja boa para o País e pacificadora. Temos que pacificar a relação entre trabalhadores e empregadores.”

Para o presidente da CPI, deputado Cláudio Puty (PT-PA), a proposta precisa ser votada antes do dia 13 de maio, data em que se comemora os 124 anos da libertação dos escravos. “A CPI está servindo como mecanismo de mobilização. Queremos aprovar a PEC no dia 8”, disse.

Definições
O coordenador da Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo, José Guerra, afirma que existe o “trabalho escravo clássico”, que envolve a ameaça ao direito de ir e vir do trabalhador, por meio até de segurança armada. E também outras formas, como o aliciamento fraudulento, onde o trabalhador recebe a promessa de um salário e de condições de trabalho que não são cumpridas.

“Essa pessoa já chega endividada na fazenda ou no local de trabalho e, com essa dívida, não pode largar o emprego.”

José Guerra cita também a violação das condições de trabalho, como trabalhadores alojados junto de animais, falta de água potável e de alimentação de qualidade. “Isso é a degradação da dignidade da pessoa humana.”

O Ministério do Trabalho realizou, em 12 anos, mais de 1,2 mil operações em que libertou cerca de 41 mil trabalhadores. Atualmente, as punições previstas vão de multa a proibição do empregador de obter empréstimo em bancos públicos.

Íntegra da proposta: PEC-438/2001

Reportagem – Hanna Costa
Edição – Pierre Triboli

Informe da Agência Câmara de Notícias, publicado pelo EcoDebate, 07/05/2012


Prefeito Leno, entre o deputado Alencar Silveira e o Secretário de Governo Danilo de Castro, em visita a projeto comunitário

Heleno Moutinho, prefeito de Coronel Murta, voltou ao cargo no último dia 04 de maio, sexta-feira, após uma licença de dois meses, para tratamento de saúde, cuidando de um câncer no pulmão.
Ele está bem disposto e recuperado, embora siga uma rotina mais rigorosa de alimentação e medicação.
Nesta segunda-feira, Leno, como é conhecido, estará viajando para Belo Horizonte para assinatura de diversos convênios com o Governo Estadual.

Diagnosticado há cerca de dois anos, Leno Moutinho vem lutando contra o câncer já tendo feito tratamento intensivo, em Belo Horizonte. Porém, esta foi a primeira vez que ele se afasta do cargo, devido a uma pneumonia.
Em fevereiro, ele foi internado no Hospital de Araçuaí. Depois foi transferido, de avião, para o Hospital Luxemburgo, em Belo Horizonte. O prefeito Leno diz que o pior já passou. Ele agradece a Deus e aos esforços dos médicos que o acompanharam, além dos parentes e muitos amigos que fizeram uma corrente de coração e apoio afetivo.
Fonte: Blog do Banu;

O país do orgulho da miscigenação, apregoado por Gilberto Freire e Darcy Ribeiro, se deparou há alguns anos com uma questão espinhosa: a adoção de cotas raciais nas universidades.

Se falar de racismo no Brasil já era tabu, falar de cotas, então, se transformou num daqueles temas sobre os quais é melhor nem iniciar conversa. A menos que estejamos em um grupo onde todos são favoráveis ou todos contrários. Aí, sim, dá para desabafar os inconformismos, de um lado e de outro.

No documentário, questões seculares e mal-resolvidas da história do Brasil vão ressurgindo, tendo como pano de fundo a discussão das cotas raciais. Ao refletir sobre a reserva de vagas para negros no ensino superior, os entrevistados revelam que a discussão vai muito além: envolve o papel das universidades brasileiras; as falhas do sistema educacional; a questão da meritocracia nos vestibulares; o racismo e, principalmente, o papel do negro na estrutura sócio-educativa do país.

“Raça Humana” foi vencedor da categoria Documentário, na 32ª edição do Prêmio Vladimir Herzog de Anisitia e Direitos Humanos, em 2010.

FICHA TÉCNICA
Direção e Roteiro: Dulce Queiroz
Edição e Finalização: Joelson Maia
Imagens: Claudio Adriano; Edson Cordeiro; André Benigno
Videografismo: Ernani Pelúcio
Produção: Pedro Henrique Sassi e Pedro Caetano
Trilha Original: Alberto Valerio
Coordenação Geral: Dulcídio Siqueira


Entrevista ao Editor-adjunto do Correio da Cidadania, Gabriel Brito

O economista Plinio de Arruda Sampaio Jr. procura retomar a discussão sobre a crise financeira internacional, com a avaliação do verdadeiro caráter da crise, dos movimentos contestatórios que se espalharam mundo afora e, especialmente, da situação real hoje existente no Brasil para encarar o cenário econômico  – bem distante, segundo o economista, daquela que nos querem fazer crer os órgãos oficiais e a mídia associada.

http://www.youtube.com/watch?v=5BHKp443y8U&feature=player_embedded


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