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Notícias do mundo Jequitinhonha

Archive for the ‘Comunicação’ Category

Esta incluido no projeto o restante da pavimentação, drenagem e sinalização vertical e horizontal próximo às pontes; Foto.Sérgio Vasconcelo

Serviços incluem pontes sobre os córregos do Calhauzinho, Gravatá, Córrego da Velha, Setúbal, São João, Caititu e Sucuriú

A Minas Empreendimentos e Engenharia Ltda, com sede em Belo Horizonte, foi a vencedora da concorrência para encabeçamento das 7 pontes no trecho Araçuai-Francisco Badaró – Berilo sob os córregos do Calhauzinho, Gravatá, Córrego da velha, Setúbal, São João, Caititu e Sucuriú.

O trecho de 64 km cuja pavimentação teve início em 2009, foi concluído em 2010 pela Construtora Aterpa.

De acordo com o Engenheiro Chefe do DER ( Departamento de Estradas de Rodagem de MG), Marco Antonio de Lima, a previsão para o início das obras será em maio.

” Esta  incluido  no projeto o  restante da pavimentação, drenagem e sinalização vertical e horizontal” próximo às pontes.

A Minas Engenharia já está na região desde janeiro do ano passado realizando serviços de construção e alargamento de pontes, a exemplo das pontes sobre os rios Calhauzinho, Gravatá e Setúbal.

Fonte: Blog do Banu com informações da Gazeta de Araçuaí








16 de Maio de 2012 #44

 

 

Polo em ação

II Fórum da Mulher do Jequitinhonha

Acontecerá nos dias 24 e 25 de maio deste ano, na Associação Atlética Banco do Brasil – AABB – localizado próximo ao estádio municipal de Itaobim. O fórum tem como objetivo contribuir para o fortalecimento do movimentos de mulheres no Vale e contará com palestras e debates que irão discutir as vivências, o cotidiano e a condição feminina. Também está prevista entre as atividades, a leitura da Carta da Mulher do Jequitinhonha, que foi redigida no I Fórum da Mulher. Da mesma forma a edição deste ano resultará na elaboração da II Carta.

Saiba mais acessando os sites: www.itaobim50anos.com.br www.ufmg.br/polojequitinhonha

 

13ª Feira de Artesanato do Vale do Jequitinhonha

A 13ª Feira de artesanato ocorreu durante os dias 07 a 12 de Maio na Praça de Serviços da UFMG, campus pampulha. O Programa de Artesanato Cooperativo tem como objetivo promover um encontro entre a comunidade universitária, os belo-horizontinos e a cultura do Vale do Jequitinhonha. O evento trouxe a capital mineira um pouco da riqueza e diversidade das produções artísticas da região. A Feira de Artesanato representa, para os artesãos, uma oportunidade para divulgação dos produtos artísticos do Vale e ampliação do comércio. Já para o visitante foi uma chance de adquirir e apreciar materiais de argila, babu, cerâmica, couro dentre outros. A feira deste ano seguiu a mesma linha da 12ª edição,surpreendendo os expositores com uma arrecadação de mais de 175 mil reais, sendo que a arrecadação do ano passado foi de cerca de 170 mil.

Confira mais informações sobre a Feira no Portal do Programa Polo .

 

Polo na estrada

1º edição da Mangazine

Em breve será lançada a primeira edição da Mangazine, um informativo em forma de folderproduzido pelos jovens do projeto Assessoria de Comunicação Colaborativa Itaobim 50 Anos. A Mangazine tem como objetivo informar a população sobre os eventos realizados para comemorar os 50 anos da cidade de Itaobim. A primeira edição traz informações sobre o III Seminário de Cidadania LGBT, o II Fórum da Mulher do Vale do Jequitinhonha, 1º Leilão de Leite e Corte de Itaobim, Festa do Vaqueiro, Feira Agropecuária, Festas Juninas e Festivale. A publicação será produzida e distribuída trimestralmente.

Confira em breve versão digital no portal Itaobim50anos .

Autor: Will Nascimento

Originalmente Publicado no Blog do Will

Causada por diversos fatores, a violência já é considerada pela Organização Mundial de Saúde, um dos grandes problemas da Saúde pública. Para se ter uma ideia, cerca de 6% do PIB (Produto Interno Bruto) dos Estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, são gastos de alguma forma com este fenômeno.

São inúmeros os debates a cerca do tema, sem conclusões satisfatórias. Voltado para o âmbito juvenil, o debate se torna ainda mais amplo. Sem rigores técnicos, vamos debater alguns fatores que precisam ser levados em conta nestes debates.

Em Pedra Azul, a situação não é diferente das demais regiões do país. Segundo dados do HEFA (Hospital Esther Faria de Almeida ), foram notificados 131 casos de Violências, que deram entrada nesta instituição. Estamos no quinto mês deste ano e já foram notificados 96 casos, valor igual a todo ano de 2009… Mas qual o motivo de tanta violência?

Nascemos e crescemos em uma sociedade que cultua a violência conscientemente e inconscientemente. Onde o herói do filme que assistimos, é o que mais assassina. O game mais vendido é aquele que se ganha matando mais pessoas e o personagem mais engraçado é aquele que agride fisicamente e psicologicamente os demais.

Outro ponto. A Violência é um fenômeno Social, portanto possui relações com outros fenômenos sociais: Educação, Saúde, Alimentação Lazer, Infraestrutura Urbana, etc… A ausência de políticas públicas satisfatórias para atender a estas necessidades da população mais carente (lugar de maior incidência de casos de violência), já é em sua totalidade uma grande violência, e ao mesmo tempo causador de outros tipos de Violência.

Combater os tipos de violência é outra tarefa um tanto quanto árduo. Entendo o sistema de segurança extremamente reativo, na ideologia do “Olho por Olho”. Os nossos governantes, vem entendendo combate a práticas violentas, como “polícias armados até os dentes”, “Câmeras de segurança”, “Caveirão e carros blindados no meio da rua”. Práticas que na sua maioria, mais prolifera do que combate.

Simplificando. Violência não é questão de caráter: Bem contra ou mal e precisa ser analisado em um contexto mais amplo. Aumentar o acesso da população a políticas básicas satisfatórias: Educação, Alimentação, Saúde, infraestrutura, justiça, ect… é, somado a outros fatores, uma grande porta de saída para o problema.

O certo é que o tema tem entrado nas pautas dos logradouros públicos e gerados debates. (apenas debates. Tecer opiniões é sempre o mais fácil a fazer…)

A Prefeitura de Coronel Murta, através do Departamento de Cultura, definiu a data da realização do XV Grande Forró, que acontecerá nos dias 08 09 e 10 de Junho de 2012, na Praça Prefeito Inácio Murta. A Comissão Organizadora do evento está trabalhando incansavelmente para que tudo saia da melhor maneira possível. No intuito de superar a edição anterior estamos buscando as melhores atrações musicais, uma mega estrutura para proporcionar  ao público a melhor festa junina da região. Nos próximos dias estaremos divulgando as bandas que vão animar os foliões durante os três dias de festa. Lembrando também que já estão abertas as inscrições para a VIII Cavalgada do Grande Forró. Para maiores informações entre em contato no (33) 3735 1287 – Departamento de Cultura.

 

Fonte: Blog da Prefeitura Municipal de Coronel Murta

Publico no Blog Conversa Afiadado Jornalista Paulo Henrique Amorim

 

Clique aqui para ler: “O Crime da Veja que pode levar Robert(o) Civita à cadeia”.

Nassif alinha novos e irrefutáveis argumentos sobre a tipificação do Crime de Robert(o) Civita:

O problema de Veja é criminal, não apenas ético

Alguns analistas teimam em analisar o comportamento da Veja -  nas relações com Cachoeira – como eticamente condenável. Há um engano nisso! Existem problemas éticos quando se engana a fonte, se adulteram suas declarações, desrespeita-se o off etc. O comportamento da Veja é passível de enquadramento no Código Penal. Está-se falando de suspeita de atividade criminosa, não apenas de mau jornalismo.

Sua atuação se deu na associação com organizações criminosas visando objetivos ilegais, de obstrução da Justiça até conspiração.

É curioso o que a falta de democracia trouxe ao país. Analistas de bom nível tentam minimizar as faltas de Veja sustentando que não houve pagamento em dinheiro ou coisa do gênero. Esquecem-se que, em qualquer país democrático, não há crime mais grave do que a conspiração contra as instituições.

O acordo da revista com o crime organizado trazia ganhos para ambos os lados:

1. O principal produto de uma revista é a denúncia. O conjunto de denúncias e factóides plantados por Cachoeira permitiram à revista a liderança no mercado brasileiro de opinião – influenciando todos os demais veículos -, garantiu vendagem, permitiu intimidar setores recalcitrantes. O poder foi utilizado para tentar esmagar concorrentes da Abril no setor de educação. Principalmente, fê-la conduzir uma conspiração visando constranger Executivo, Legislativo, Supremo e Ministério Público.

2. A parceria com Veja tornou Cachoeira o mais influente contraventor do Brasil moderno, com influência em todos os setores da vida pública.

Há inúmeras suspeitas contra a revista em pelo menos duas associações: com Carlinhos Cachoeira e com Daniel Dantas que necessitam de um inquérito policial para serem apuradas.

Em relação a Dantas:

A matéria sobre as contas falsas de autoridades no exterior, escrita por Márcio Aith.O dossiê contra o Ministro Edson Vidigal, do STJ. Nele, mencionava-se uma denúncia de uma ONG junto ao CNJ. Constatou-se depois que a denúncia tonava por base a matéria da própria revista, demonstrando total cumplicidade da revista com o esquema Dantas.

A atuação de Diogo Mainardi, levando o tal Relatório italiano ao próprio juiz do caso. Na época, procuradores do MPF em São Paulo explicaram qual seria a estratégia de Dantas (contaminar o inquérito da PF com o princípio do “fruto contaminado”) e  sustentaram que Mainardi atuava a serviço de Dantas. Atacados virulentamente por Mainardi, recuaram.

A matéria falsa sobre o grampo no Supremo Tribunal Federal.

O “grampo sem áudio”, entre Gilmar Mendes e Demóstenes Torres.

Em relação a Cachoeira:

O episódio do suborno de R$ 3 mil nos Correios, que visou alijar o esquema do deputado Roberto Jefferson e abrir espaço para o esquema do próprio Cachoeira. No capítulo que escrevi sobre o tema mostro que, depois de feito o grampo, Policarpo Jr segurou a notícia por 30 dias. Um inquérito policial poderá revelar o que ocorreu nesse intervalo.

A invasão do Hotel Nahoum com as fotos de Dirceu, clara atividade criminosa.

A construção da imagem do senador Demóstenes Torres, sendo impossível – dadas as relações entre Veja e Cachoeira – que fossem ignoradas as ligações do senador com o bicheiro.

Levantamento de todas as atividades de Demóstenes junto ao setor público, visando beneficiar Cachoeira, tendo como base o ativo de imagem construído por Veja para ele.

O país do orgulho da miscigenação, apregoado por Gilberto Freire e Darcy Ribeiro, se deparou há alguns anos com uma questão espinhosa: a adoção de cotas raciais nas universidades.

Se falar de racismo no Brasil já era tabu, falar de cotas, então, se transformou num daqueles temas sobre os quais é melhor nem iniciar conversa. A menos que estejamos em um grupo onde todos são favoráveis ou todos contrários. Aí, sim, dá para desabafar os inconformismos, de um lado e de outro.

No documentário, questões seculares e mal-resolvidas da história do Brasil vão ressurgindo, tendo como pano de fundo a discussão das cotas raciais. Ao refletir sobre a reserva de vagas para negros no ensino superior, os entrevistados revelam que a discussão vai muito além: envolve o papel das universidades brasileiras; as falhas do sistema educacional; a questão da meritocracia nos vestibulares; o racismo e, principalmente, o papel do negro na estrutura sócio-educativa do país.

“Raça Humana” foi vencedor da categoria Documentário, na 32ª edição do Prêmio Vladimir Herzog de Anisitia e Direitos Humanos, em 2010.

FICHA TÉCNICA
Direção e Roteiro: Dulce Queiroz
Edição e Finalização: Joelson Maia
Imagens: Claudio Adriano; Edson Cordeiro; André Benigno
Videografismo: Ernani Pelúcio
Produção: Pedro Henrique Sassi e Pedro Caetano
Trilha Original: Alberto Valerio
Coordenação Geral: Dulcídio Siqueira


Ajustamento de Gestão estabelece escalonamento das aplicações até 2014

Publicado no Jornal OTEMPO em 28/04/2012

O governo de Minas não pretende cumprir os índices mínimos constitucionais, de 25% da receita corrente líquida aplicados na educação e de 12% na saúde, até 2014. A aplicação da receita abaixo do mínimo determinado pela Constituição Federal recebeu aval do Tribunal de Contas do Estado (TCE) na última quarta-feira, por meio de Termo de Ajustamento de Gestão (TAG).

De acordo com o termo, proposto pelo o governo estadual e aprovado pelo TCE, a administração estadual vai cumprir metas escalonadas das receitas até conseguir alcançar o mínimo exigido pela Constituição, o que só deve acontecer em 2014.

Na saúde, os índices de investimento serão de 9,68% da receita neste ano, 10,84% no ano que vem e, finalmente, os 12% exigidos por lei em 2014. Na área da educação, os índices ajustados são 22,82% para 2012, 23,91% para 2013 e 25% apenas daqui a dois anos.

Para o professor e especialista em direito constitucional e administrativo da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-Minas) Fernando Horta Tavares, o acordo entre o Executivo mineiro e o TCE é irregular e, claramente, fere a Constituição.

“Estamos tratando de duas questões que mexem diretamente com a população mineira, que são a educação e a saúde, garantias básicas do Estado. Ao permitir que o governo espere até 2014 para cumprir com o que define a Constituição, o tribunal está infringindo uma lei”, afirmou.

Como define a Constituição Federal em seu artigo 22, assim como a Lei de Responsabilidade Fiscal, Estados devem aplicar, no mínimo, “25% da receita resultante de impostos, compreendida a proveniente de transferências, na manutenção e desenvolvimento do ensino”.

Os investimentos em saúde são regulamentados pela Emenda 29 da Lei Complementar 141, de 16 de janeiro de 2012. Segundo a legislação, “Estados e o Distrito Federal aplicarão, anualmente, em ações e serviços públicos de saúde, no mínimo, 12% da arrecadação dos impostos”.

Para Tavares, o TAG seria “uma forma do governo empurrar com a barriga uma ordem constitucional que já não vem sendo cumprida há muitos anos pelos Estados”. “Vejo que, mais uma vez, o Estado está arrumando um mecanismo de não cumprir a legislação, ainda mais com o aval de um tribunal fiscalizador”, completou o advogado.

Parecer. No entendimento do TCE, no entanto, não há irregularidades no acordo. Aprovado por unanimidade, todos os conselheiros do órgão seguiram o relator Mauri Torres que, em seu parecer, afirmou que, como o TAG foi criado para que o tribunal possa ajustar “medidas para sanar irregularidades e suspender a punição nos casos em que não foi comprovada a má-fé e em que não houve desvio de recursos públicos”, é correto haver uma adequação por meio de uma tabela de progressão.

RESPOSTA
Objetivo é conseguir cumprir a lei

O governo de Minas informou, por meio de nota, que propôs ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) o Termo de Ajustamento de Gestão (TAG) com o objetivo de cumprir as novas exigências determinadas pela regulamentação da Emenda 29 – sancionada em janeiro pela presidente Dilma Rousseff.

Outro objetivo seria atender recomendação do próprio tribunal “que determinou que o governo, a partir deste ano, desconsidere, para efeito da aplicação do percentual mínimo na educação, o pagamento dos aposentados”.

Ainda segundo a nota, para o cumprimento do TAG foi necessário estabelecer uma programação até 2014 em função do fluxo de caixa do tesouro estadual. “O governo espera, entretanto, antecipar o cumprimento deste cronograma com as receitas que virão da cobrança da taxa de fiscalização minerária, que entrou em vigor este ano”, garantiu. (IL)

O QUE É TAG evita multa e penalidade
A autorização para que o Tribunal de Contas do Estado (TCE) realize Termos de Ajustamento de Gestão (TAG) é uma novidade. A ferramenta administrativa foi criada em projeto aprovado pela Assembleia Legislativa de Minas e sancionado em fevereiro deste ano pelo governador Antonio Anastasia. O intuito é buscar uma solução para irregularidades praticadas por gestores sem que seja necessária a aplicação de multas e penas restritivas, como a reprovação das contas do Estado.

O TAG é semelhante ao Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), normalmente assinado entre os ministérios públicos, os executivos e legislativos e a sociedade civil. O objetivo é o mesmo: regulamentar uma situação sem que haja a necessidade de haver uma briga judicial. “Esses termos são positivos porque eles evitam brigas judiciais que ficam por anos sendo julgados”, afirma o advogado Fernando Mota Tavares.

A diferença entre o TAC e o TAG está apenas na finalidade do acordo. O TAC é destinado a regulamentação de condutas seja do poder público ou da iniciativa privada. Já o TAG tem por objetivo tratar de questões gerenciais da administração pública. Por isso, ele é selado pelos tribunais de contas, órgão a quem compete aprovar ou reprovar as finanças públicas.

No caso do TAG de Minas, o TCE garante o cumprimento do acordo com fiscalizações recorrentes na destinação das receitas. Segundo a assessoria do órgão, o acompanhamento será feito pelo conselheiro Mauri Torres, que poderá solicitar informações e determinar diligências. (IL)

 

Polo em ação


Fórum da Mulher – ERRATA

Na edição anterior, nº 42 do informativo eletrônico, foi noticiado que o Fórum da Mulher do Jequitinhonha aconteceria nos dias 23 e 24 de maio. Retificamos essa informação, o evento vai ocorrer durante os dias 24 e 25 de maio na Associação Atlética Banco do Brasil - AABB – próximo ao estádio municipal da cidade de Itaobim.  Lembrando que a mobilização dessa vez tem como foco as jovens do Vale, já que esse público apresentou pequena participação no primeiro Fórum. Essa mobilização é de grande importância pela força que as jovens apresentam nas comunidades locais e o espaço que têm ocupado na sociedade do Vale atualmente. Em breve você poderá acompanhar mais informações sobre o Fórum da Mulher no Portal do Programa Polo:www.ufmg.br/polojequitinhonha.

Seja você também um mobilizador dessa causa!   

 

13ª Feira de Artesanato do Vale do Jequitinhonha

Vem aí a 13ª Feira de Artesanato do Vale do Jequitinhonha na UFMG, de 07 a 12 de maio na Praça de Serviços da UFMG Campus Pampulha. Um momento de contato da comunidade universitária e do público belo-horizontino com as produções artísticas e a riqueza cultural do Vale. O evento, aberto ao público, homenageia este ano duas mestras artesãs que deixaram sua marca na história da região, Dona Maria Pretinha e Dona Isabel. E além da solenidade de homenagem, a programação da Feira contará com apresentações culturais bem diversificadas, uma delas é a peça Terra da Cia. Teatral Ícaros do Vale, presença garantida no evento.

Para mais informações acesse o Portal do Programa Polo.

Polo na estrada


Imagens e Memórias do Vale


No dia 14 de abril tiveram início em Itaobim, as atividades da Oficina Imagens e Memórias de Itaobim na prefeitura da cidade. A oficina reuniu um grupo de 15 jovens que trabalharam a ideia de refotografar, a partir de refotografias do Projeto Arqueologia del Punt de Vista, cenas do curta Ulisses, de Agnès Varda e trechos de vídeos do Museu da Pessoa. A oficina constitui uma das ações propostas pelo projeto “Imagens e memórias do Vale” coordenado pela professora Elisa Amorim da Faculdade de Letras da UFMG.

Teatro de bonecos mamulengos

 

Estréia no sábado, dia 28/04, na Feira Livre de Padre Paraíso, o espetáculo Aqui você não entra, uma peça teatral encenada com bonecos mamulengos. A realização é da Muriom Cia. de Teatro em parceria com o projeto Pólos de Cidadania da Faculdade de Direito da UFMG. O espetáculo promete entreter, divertir e tratar de um assunto muito sério, o combate ao abuso sexual de crianças e adolescentes na região. O texto foi elaborado pelo professor Fernando Limoeiro com contribuições dos jovens integrantes da Muriom, a partir de relatos de situações que ocorreram na comunidade. Os bonecos foram produzidos por esses jovens durante oficinas ministradas por Limoeiro. A peça Aqui você não entra é coordenada por Armando Ribeiro, da Muriom, e dirigida por Fernando Limoeiro.

Para mais informações entre em contato através do e-mail: armando.borun@yahoo.com.br.

 


 

Programa Polo de Integração da UFMG no Vale do Jequitinhonha

Coordenadoria de Comunicação, Cultura e Meio Ambiente da Pró-Reitoria de Extensão da UFMG

Sala 6005 – Prédio da Reitoria – Campus Pampulha

Av. Antônio Carlos, 6627 – Pampulha

Belo Horizonte / Minas Gerais

(31)3409-4067 / 4043

www.ufmg.br/polojequitinhonha

A etapa de um trabalho de investigação de uma esquema de corrupção que envolveria um vereador da cidade em Minas Novas terminou nessa sexta-feira com uma operação conjunta entre as polícias Militar e Civil. Duas pessoas foram detidas.

A operação teve início de madrugada. Trinta pessoas entre policiais militares, civil e representantes do Ministério Público participaram as buscas.

As investigações começaram há seis meses e segundo o delegado foram encontradas irregularidades na emissão de notas para pagamento de serviços publicitários. No endereço indicado nas notas emitidas em nome de uma gráfica funciona um lava-jato de propriedade do empresário Wellington Adão Pires. Na casa do motorista da Câmara, Josivando Alves de Souza, foram apreendidos documentos e um computador. Há indícios de que ele faça parte de um esquema de superfaturamento de diárias.

José Maria está no segundo mandado e ocupou por dois anos o cargo de presidente da Câmara. Na empresa do vereador foram encontrados documentos que podem comprovar o esquema de corrupção e um revólver calibre 38. José Maria não foi encontrado e por causa da arma já é considerado foragido. O atual Presidente da Câmara, José Antônio Faval, disse que só vai comentar o caso no final das investigações.

Segundo o delegado Victor Amaro, até o início da noite o vereador não havia sido localizado. Ele disse também que o motorista e o empresário detidos durante a operação foram ouvidos e liberados. Ainda de acordo com o delegado, os três vão responder pelos crimes de estelionato e formação de quadrilha.

Veja video do MGTV abaixo:




Fonte: G1 . Clique aqui: corrupçãominas.novas
Categories: Comunicação, Política

Audiência no MEC reivindica instalação de campus em Capelinha, Araçuaí e Almenara ainda este ano

O Movimento “A UFVJM é nossa!” quer a instalação de campus da Nossa Universidade em Capelinha, Araçuaí e Almenara, o mais rápido possível. Esta é a posição dos membros do Movimento: os coordenadores regionais  Álbano Silveira Machado e Maria do Rosário Sampaio (Fundacentro/MG,DO/PPGSS-UERG) e coordenadoras locais Zinelma Calheiros, de Almenara; Martha Sampaio, de Capelinha, e Nádia Paulino, de Araçuaí. Para isso, está agendada uma audiência no Ministério da Educação, nesta quarta-feira, 21.03, em Brasília.

A audiência é exclusiva e terá a participação de lideranças do Movimento das cidades escolhidas como sede de campus: Capelinha, Araçuaí e Almenara. Nenhum representante político foi convidado. O Movimento apresentará a concepção de campus, a viabilidade de início de execução do projeto ainda este ano, com as sedes de campus sendo iniciadas em um mesmo período.
A proposta é que no próximo mês haja Seminários ou Audiências Públicas na região, nas três cidades – Capelinha, Araçuaí e Almenara-, para debater quais cursos seriam criados e as indicações técnicas para construção da infra-estrutura.
Depois da aprovação pelo Conselho Universitário da UFVJM, nesta sexta-feira, o próximo passo é a Reitoria fazer visitas às cidades escolhidas e realizar uma avaliação técnica dos terrenos já disponibilizados para serem doados. Os terrenos terão de 20 a 100 hectares, dependendo dos cursos a serem instalados.

O Movimento quer pressionar o MEC para disponibilizar os recursos necessários para a estrutura física, cerca de R$ 12 milhões para cada campus, e a disponibilização de 260 professores e técnico-administrativos para trabalharem nas novas unidades de ensino a serem criadas.

Fonte: Blog do Banu;

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